sábado, 12 de setembro de 2009

Cesão na redação do LANCE!

Cielo: 'Espero estar forte para vencer Phelps nos 100m'.


Velocista visita a redação de São Paulo e fala sobre carreira, rivalidade, assédio, patrocínio e muito mais!

Não há como falar de natação brasileira atualmente sem mencionar o nome de Cesar Cielo. No Mundial de Roma (ITA), em julho, o paulista consolidou seu nome entre os maiores do planeta ao ser campeão nos 50 e 100m livre, um ano após o ouro olímpico em Pequim.

No auge da forma, a confiança de Cielo bate no teto. Ciente de seu potencial, o velocista não teme nem concorrência com o americano Michael Phelps, que já deixou claro que pretende disputar os 100m livre daqui em diante.

Com a agenda cheia por causa de seu sucesso internacional, Cielo está com o tempo corrido. Mesmo assim, encontrou um tempo para visitar a redação do LANCE!, em São Paulo, nesta sexta-feira. Logo depois, saiu “voando” para treinar em seu clube, o Pinheiros. Confira a entrevista concedida:

O reconhecimento mudou após o Mundial de Roma, para você e para a natação brasileira? Por exemplo, o Brasil recebeu convites para training camps na África do Sul e no Japão?

- Eu acho que sim. Na verdade, eu esperava um "meio" de Campeonato Mundial um pouco melhor (para o Brasil). O grande problema do Brasil, antes de Roma, eram os primeiros dias de competição. E o primeiro dia de competição é o que alavanca os resultados que vão vir depois. A gente estava com uma equipe, não era aquela coisa: "alguém vai nadar, boa sorte". Não, havia um grupo grande. Eu me lembro que, na primeira reunião que fizemos, dissemos que precisávamos de resultado, porque o grupo ia atrás dele. No caso, era o revezamento (4 x 100m livre) esta primeira prova, e um bom resultado podia gerar muitos outros. Aí eu parei para pensar nós nunca tínhamos feito esse tipo de reunião. Normalmente era um "vamos lá", mas a gente (equipe do revezamento) pensou que poderia ajudar o grupo. E o revezamento foi muito bem, porque havia muito tempo que a gente não assustava alguém. Foi uma pena ter ficado em quarto lugar. Mas foi um bom começo: saímos de desclassificados na Olimpíada para a quarta posição, quase brigando por medalha e com um tempo muito bom. Ainda temos o Henrique (Rodrigues, do Minas Tênis Clube), que é um menino novo e que vai nadar esse revezamento no futuro. Eu acredito que foi muito bom, os revezamentos mostraram força e isso impactou um pouquinho mais lá fora. Mas a gente podia ter tido um resultado melhor, sim, podia ter tido um "meio" de Campeonato melhor. Mais para a frente, quem sabe em 2012, poderemos ser o terceiro ou o quarto melhor país da natação do mundo.

O Brasil está sendo mais respeitado?

- Com certeza. Quando a gente chega no balizamento, não somos mais qualquer país. Em muitas finais do Campeonato Mundial tivemos dois atletas. Há respeito, sim. Hoje, não está descartada a possibilidade de um brasileiro ganhar em momento nenhum.

Você acha que é importante que o Brasil participe desses training camps para os quais foi chamado?

- Eu acho que sim. Não há como conseguir resultado sem investimento. O investimento é alto, mas o resultado vem. Foi o que a gente fez no Pinheiros este ano: o investimento foi muito alto, com o apoio do projeto de Lei de Incentivo ao Esporte que o clube conseguiu. Mas, está aí. O Pinheiros conseguiu as quatro medalhas do Brasil no Mundial (além de Cielo, Felipe França e Poliana Okimoto medalharam). Eu acho que o investimento dá retorno, é só acreditar. Não é investir como se fosse um negócio, apenas esperando retorno. É investir sabendo que há risco, mas não tem retorno que pague o que é ter um atleta ganhando e saber que você tem influência. E eu acho que o Brasil tem de fazer esses intercâmbios de conhecimento, é bom dividir o que a gente sabe, até o que temos de bom.

Você deve estar sendo muito assediado, até para fazer coisas fora d'água, como palestras, comerciais e afins. O que é legal e o que é chato de fazer nisso?

- Eu acho bom estar sendo chamado para esses tipos de eventos, porque muda um pouco a cultura do brasileiro. Muda um pouquinho o jeito de pensar. E é lógico que dá muita oportunidade para a gente. Mas, ao mesmo tempo, a cultura ainda não está muito consolidada. Se deixar, vão pedir para eu dar um mortal na plataforma e mergulhar de algum jeito. Tenho de tomar cuidado. Mas, por enquanto, tem sido muito legal. O (Felipe) França e a Poliana (Okimoto) ganharam um espaço legal com as medalhas deles. Ao ter um vice-campeão mundial, não dá para simplesmente apagar o cara. Da Olimpíada para cá, é incontestável a diferença que a gente teve de planejamento, de reconhecimento e de resultado. Isso não surgiu em um ano, estava esperando o momento certo para aparecer. Agora, temos de administrar para ir melhorando até a Olimpíada.

Natação é um esporte mais individual, mas você sempre defendeu a força dos revezamentos. É uma motivação impulsionar os outros? Você gosta de ser um "capitão da equipe"?

- Não me sinto um líder. Pelo menos eu acho assim. O (Felipe) França, que é mais aberto comigo, fala: "eu bati o recorde mundial (dos 50m peito) porque vi o que você fez na Olimpíada". Acho que faltava um pouquinho mais de coragem para a gente, mesmo. E todo mundo está abrindo o olho. Ali, na hora do revezamento, quando ficamos em quarto, eu não queria estar em outro grupo. Aqueles caras (Nicolas Oliveira, Guilherme Roth e Fernando Silva) são meus amigos, e eu vi antes da prova, nos olhos deles, que eles estavam ali para pegar medalha. Eu senti que estavam na pilha para conquistá-la. Tenho certeza de que, daqui para frente, só vamos melhorar. Há um grupo novo chegando, o que é muito bom para dar sequência. O Henrique Martins, que nada borboleta pelo Pinheiros, e o Henrique Rodrigues, do Minas, são dois garotos que vão estar na Seleção com uma constância boa logo mais. Acredito que vai ficar cada vez mais saudável essa disputa por vagas na Seleção, e aí talvez tenhamos uma super-seletiva para os grandes campeonatos em vez de várias chances.

E daqui a dois anos é Mundial, em Xangai. Você já tem expectativas?

- É continuar melhorando, independentemente do que acontecer com a natação. Nadar para um tempo baixo e ganhar é importante. É o que eu estou buscando, independentemente de tudo. Vou tentar ser um nadador melhor, uma pessoa melhor, e ganhar de novo. O Pan Pacífico do ano que vem (nos Estados Unidos) vai dar uma boa perspectiva do que vai acontecer no Mundial de Xangai.

Até por suas características, você fica focado nas provas de velocidade. Você se vê, em algum momento, migrando para outras provas?

- Não, o foco é velocidade. Eu quero saber o quão rápido eu posso ser na piscina. Eu nadei 21s08 em Roma, e quero saber se consigo fazer 20s40, algo assim. E a velocidade é aquela coisa: é uma intensidade, uma adrenalina que nenhuma outra prova tem. Lógico que há o nervosismo antes da prova, mas o desafio da velocidade é o mais bacana. E tem outra coisa, ou você é velocista ou você não é. Eu curto muito os 50m.

O fato de o Phelps ser um próximo adversário traz algum tipo de mudança em seu treinamento, sua técnica? Muda alguma coisa, para você, a entrada dele?

- As mudanças devem ser feitas para continuar evoluindo, como sempre. Se eu fizer a mesma coisa, o resultado vai ser o mesmo de antes. A entrada dele (Phelps) eu acho boa, vai trazer atenção para a prova. E ter a chance de ganhar de um cara desse vai ser melhor ainda. Então, eu acho bacana. Espero que ele nade, sim, os 100m livre. A prova vai ficar mais forte ainda. E eu espero estar mais forte, para ganhar dele.

No Mundial, ele elogiou sua performance. Como caiu para você ouvi-lo?

- Foi muito bom. O cara é o maior atleta de todos os esportes em todos os tempos. Receber um elogio dele é fantástico. Mas, no fundo, no fundo, ele é o maior atleta mas não deixa de ser humano. Não deixa de ser um esportista como nós. E a gente se conhece muito bem. Ele abriu o revezamento (4 x 100m) para os Estados Unidos e não foi bem (fez 47s78 contra 47s09 de Cielo), então acredito que a prova não vai ser fácil para ele. Em todo caso, em momento nenhum vou subestimar ou descartar a possibilidade de ele vencer os 100m.

No Mundial, o Phelps perdeu para o alemão Paul Biedermann os 200m. O que você acha que aconteceu?

- A gente meio que sabia (da derrota de Phelps) antes da prova. Na última virada, eu achei que o Phelps ia dar “aquela” virada e ganhar a prova. Mas, quando ele saiu atrás da virada, vi que não tinha o que fazer. Mas o Biedermann fez uma temporada quase perfeita: bateu o recorde do Thorpe (nos 400m livre, 3m40s07) e do Phelps (200m livre, 1m42s00) por quase um segundo. Então, esse cara não deve ser humano. Os últimos 15m dele nos 200m foram melhores do que os meus nos 100m. Ele deve ter treinado que nem um louco, mas está de parabéns. O que ele fez foi realmente fora de série.

O Paul Biedermann baixou quatro segundos nos 200m livre e oito segundos nos 400m livre da Olimpíada de Pequim para o Mundial. Não causa uma estranheza tanta evolução?

- A gente precisa estudar o que ele nadava antes. Eu sei que ele nadava os 800m livre. Se ele focou os 200m livre, deve ter ganho um pouco de velocidade. Eu sei que até o Mundial de Roma ele não havia usado esse maiô de borracha. Ele só usava o antigo, permeável, de lycra. Ele chegou a bater o recorde europeu do Pieter van den Hoogenband (holandês, bicampeão olímpico dos 100m) antes do Mundial, com um maiô antigo. No Mundial ele foi lá, botou o maiô, e tirou (a diferença). E em provas de meio fundo deve ajudar mesmo, a flutuação deve ajudar. Os fundamentos do Biedermann, perto do Phelps, não dão nem para comparar. O Phelps tem o melhor fundamento do mundo de virada e ondulação, e a saída do Biedermann é horrível. Mas se ele (Biedermann) acertasse a saída faria 1m41s5, ou 1m41 baixo. É um cara que vai dar muito trabalho para o Phelps nos 200m livre. O Biedermann deve dominar por um bom tempo.


Nas provas de velocidade sempre surgem novos nadadores, enquanto que nas provas do Phelps é quase possível dizer que são sempre os mesmos: Lazslo Cseh, Ryan Lochte e Thiago Pereira. Por causa disso, você acha que sempre precisa estar se atualizando, estar alerta em relação aos outros?

- Na verdade, tenho de tomar mais cuidado sim. O pessoal da Suécia veio falar com o pessoal do Brasil: os técnicos deles estavam usando meus vídeos como parâmetro para melhorar a saída dos suecos. E eu que copiava todo mundo, via vídeos do (russo Alexander) Popov 500 vezes por dia, via vídeos do (sul-africano Roland) Schoeman, porque a saída dele é muito boa. Hoje, eles estão vendo a minha técnica e tentando me copiar. Vou ter de fazer algo para continuar melhorando e tirar alguma coisa meio mágica que ninguém descobriu ainda,. Vai aumentando a responsabilidade. Os 100m livre é uma prova em que rotação de campeão é muito grande. Não é como 200 e 400 medley. (Nos 100m) Há disputa muito maior, e se manter em cima é muito difícil. Para se manter é preciso sacrifício, não tem jeito. E se para isso eu tiver de diminuir minhas férias, faz parte. Mas o momento da vitória quero continuar tendo.

Nos 50m, em Roma, você foi menos eufórico do que nos 100m. Você não gostou do tempo?

- Não gostei (do tempo), mas queria ganhar. (Nos) 100m livre eu estava naquela coisa de ganhar a prova. Sabia que (o francês Alain) Bernard estava muito bem também. E foi aquela coisa, primeiro recorde mundial da carreira, eu precisava exalar aquilo lá, era um grito que eu precisava fazer. Nos 50m, quando cai no aquecimento, vi que estava com problemas. Eu estava horrível na água. Eu sei quando o Brett (Hawke, técnico de Cielo) esconde as coisas de mim. Eu dei um tiro que ele olhou e disse “você está bem”. Aí pensei: “até meu técnico acha que eu estou mal”. Mas dá para explicar: a final dos 100 livre foi muito difícil; ainda bem que na saída da prova, os três primeiros foram para o exame antidoping.

Isso atrapalhou?

- Ficamos presos lá uma hora, com o maiô. Então, não podemos “soltar”. Se fosse os 50m, não ia sair tão cansado. “Queimou muito” a gente ficar no antidoping, subindo e descendo escada. Não era nada fácil, o complexo (em Roma) era muito ruim. Havia dois andares de escadas para subir e descer do balizamento para a piscina e para a piscina de soltura e massagem. Eu me senti mal nas eliminatórias e na semifinal dos 50m também, mas pensei: “só preciso classificar”. Acordei e caí de manha na piscina do hotel, e estava horrível. Aí pensei em dar uma dormida na hora do almoço, mas não consegui porque dormi muito durante a noite. Na hora do aquecimento, estava mal de novo.

Você ficou muito preocupado?

- O Brett me falou: “põe a mão na parede. É isso que você tem que fazer”. E quando ganhei foi aquele alívio. Foi muito mais felicidade do que querer arrancar o bloco, como foi nos 100m. Nos 100m, eu queria sair pulando, queria fazer um monte de coisa. Nos 50 foi aquele sentimento, ganhei a prova que eu queria ganhar. E eu não fiz nada de excepcional na prova, isso o que eu achei melhor. A minha saída não foi boa, estava me sentindo mal no dia. Isso me da confiança para continuar ganhando. Com esses maiôs novos, acho que terei vantagem maior na saída. Os maiôs emborrachados estavam ajudando quem tinha saída ruim. Em treino, a diferença que eu tinha para o (francês Frederick) Bousquet era muito maior. Agora é continuar focado, se sentindo bem. Não que vai ser mais fácil, mas estarei mais confiante para ganhar provas.

A maioria dos brasileiros se bate agora nas provas. Isso virou uma homenagem ou uma mandinga que pode trazer sorte. O que você acha do pessoal que o copia?

- Acho bacana. Por que não copiar o que está dando certo? A gente tem de copiar mesmo. Se eu vejo um australiano ou um americano fazendo algo bacana eu faço também, na maior, copiando igualzinho. O brasileiro tem um pouco daquela coisa de não querer copiar, de achar que se copiar vão ficar falando que copiou. Eu acho que tem de copiar mesmo. Por que não copiar o (japonês bicampeão olímpico do nado peito Kosuke) Kitajima? O cara é recordista mundial! Mas vão falar "você está copiando o Kitajima, que chato". Mas o cara é o melhor do mundo. Se for para nadar mais rápido, pode se bater bastante, não faz mal não. Mas com cuidado. Algumas vezes, no balizamento, o (Gabriel) Mangabeira até diz: “olha o que você fez, todo mundo tentando se concentrar”. Acho super legal.

Você esta entre os atletas que vão para Copenhague (DIN) para escolha da sede olímpica de 2016. O Rio de Janeiro está bem cotado. Qual a importância de ter atletas do seu quilate lá?

- Pelo menos, vendo do meu lado, eu me senti bem honrado. Serei o único atleta na ativa que vai a Copenhague. Faço parte da comissão dos membros do COB, fui escolhido. Achei muito bacana, uma oportunidade única que apareceu. É um momento bacana de me associar à Olimpíada de 2016. Temos de esperar pelo anúncio e torcer, independentemente de qualquer coisa. Coisas como: vão colocar dinheiro em um monte de coisa e não vamos ver isso direito. Mas, pelo lado do esporte, é importante. Do Pan do Rio-2007, algumas das estruturas não são usados. Mas o Cubo D’Água, na China, está abandonado. Em Atenas, a piscina está abandonada. Não tem como usar o legado 100% pós-Olimpíada. Mas nós usamos o (Parque Aquático) Maria Lenk, que é a melhor piscina que temos, para seletiva. A Olimpíada aqui é um incentivo para nova gerações. Espero estar bem para nadar em 2016; estarei com 29 anos. Quem sabe não dá para ganhar uma Olimpíada aqui no Brasil.

O país teve sua etapa da Copa do Mundo de natação, que seria no Rio, cancelada, e passa por problemas na distribuição da verba dos Correios para os atletas. O que você pensa disso?

- É complicado. Fiquei sabendo pela internet, pelas notícias, do cancelamento da Copa do mundo. Seria minha única competição internacional no segundo semestre. Estou cansado de aeroporto, não queria viajar para lugar nenhum. Era minha chance de competir com o pessoal de fora sem precisar me deslocar muito. É uma pena, porque a Copa do Mundo no Brasil sempre foi muito bacana. As etapas da Copa estão diminuindo cada vez mais, e não é só no Brasil, não. É de se pensar o que fazer com esse circuito, se vamos continuar tendo ele mesmo ou não. É uma pena, gostaria de estar nadando; o público também gostaria, principalmente agora que estamos no melhor momento da natação. Não sei realmente se foi falta de verba. Acredito que patrocinador conseguiríamos, pelo momento que vivemos hoje na natação. Em relação ao patrocínio dos Correios, é difícil falar, porque não sei como funciona isto. Diminuiu o número de atletas que estão recebendo (patrocínio dos Correios) neste ano, mas eu não sei se isso parte dos Correios em relação à CBDA. Estamos lutando para que mais pessoas recebam para continuarmos tendo esse grupo e trazer mais medalhas.

Você está engajado essa ajuda a outros atletas ou acha que não deve se envolver muito com isto?

- Acho que temos de tentar dividir o máximo possível. Todo mundo merece, independentemente de um resultado bom no Mundial ou não. Ninguém foi lá querendo perder ou querendo nadar mal, são obstáculos que acontecem na vida do atleta. A natação está tendo um gasto maior, a gente sabe disso. Foram 30 pessoas na comissão técnica no mundial; antes, iam umas 13. É um gasto maior, mas acho que podemos arranjar outros patrocinadores com o nosso momento, arranjar mais dinheiro de outra forma. A gente precisa de um retorno, vamos melhorando e melhorando, precisamos ter um reconhecimento.

O patrocinador pessoal está saindo ou continua difícil?

- Você sabe que na hora em que vocês me disseram que eu era campeão olímpico e mundial, tive duas reuniões esses dias. Em uma delas disse, um possível patrocinador disse: “vamos assinar com você porque você tem a chance de continuar crescendo, você ainda precisa despontar.” Aí pensei, gente vou ter que ganhar o Campeonato Universal (risos). Vou ter de ganhar que nem o Phelps, umas oito medalhas, senão não vai dar certo. Tem um (patrocínio) que está muito bem encaminhado. A gente já fechou umas campanhas, mas patrocínio, mesmo, ainda não. Se sair, quarta que vem devemos anunciar alguma coisa. Também não quero virar um piloto de Fórmula-1, com a camisa cheia de patrocínios. Quero estar com alguns bons parceiros, e as campanhas ajudam nisso. Quero fechar com dois ou três patrocinadores até 2012. Este (que mencionou), se fechar, será até dezembro de 2012. Vamos esperar, ver se eu desponto aí (risos).


Fonte: LANCE!NET


Cesão também concedeu um entrevista para a Tv LANCE!, para conferir clique aqui!

Beijocas :)

5 comentários:

Mari Pedroza disse...

Entrevista excelemte!! dorei!
Tinham algumas perguntas meio "arroz com feijão", ou seja, bem comunzinhas!! kkkkk

Mas tinham umas muito boas mesmo.... Cesão respondeu muito bem a todas elas =)

Beijão para o melhor fc do mundo *-*

Mari Pedroza disse...

*excelente

Karinny disse...

Adorei essa entrevista.
Valeu Déa!!!

Tadinho vai ter q ganhar o Campeonato Universal pra ter patrocinador kkkkkkkkkkkkkk é muito...

graziela souto disse...

aki..teve festa de comemoração dos 110 anos do comemoração do Clube Pinheiros

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Fotos/0,,GF75069-9645,00.html#fotogaleria=1

arivana disse...

uma exelente entrevista

realmente ''diferente'' das outras com temas um tanto ''batidinhas..'''

gostei


=]