sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Oléé Seu Brett!!! ;P

oi galeraaaa a Déééééééaaaaaaaaaaa ta de vooooooooooltaaaaaaaaaaaa hahahahah \o/
e ja mandou uns links pra mim... e eu vou repassar pra vocês, é de uma entrevista com o seu Brett muito boa... vcs verão... falar em verão, tá chegando verãããooooooo aaaaaaahhhhhhhh o verããooo... *.*

Brett Hawke se dispõe a treinar Cielo no Brasil
Técnico australiano afirmou que não abre mão de treinar o brasileiro

Após voltar da Olimpíada de Pequim, o campeão olímpico Cesar Cielo afirmou que, em 2009, voltaria a treinar na Universidade de Auburn, nos Estados Unidos, com o australiano Brett Hawke. Até o ano que vem, o nadador ficaria no Brasil curtindo a família e morando no país.
Porém, o caminho pode mudar. Ao invés de Cielo retornar à América do Norte, é seu treinador quem pode fazer as malas e se mudar para o Brasil. Em entrevista exclusiva ao LANCENET!, por telefone, Hawke afirmou que não abre mão de trabalhar com Cielo. Por isso, recusou até um convite para ser um dos treinadores principais da Grã-Bretanha, com um contrato para a Olimpíada de Londres-2012.
Confira a seguir os principais trechos da entrevista:

LANCENET!: Por ser técnico de Cesar Cielo, você é campeão olímpico. Como tem sido viver isso?Brett Hawke: Eu me sinto muito orgulhoso, obviamente. Tanto por mim quanto por Cesar. Estou muito contente por ele Ter alcançado os objetivos que traçou ainda jovem. Eu sabia que ele tinha potencial para conquistar medalhas olímpicas no futuro, mas em conversas antes dos Jogos cheguei a lhe dizer que não sabia se Pequim era o momento ou não. Eu sabia que ele tinha o talento e capacidade, e o sentimento é de felicidade por ver todo o trabalho que fizemos ser recompensado. Treinamos muitas horas nas semanas antes da Olimpíada, e conseguimos o troco. Cesar é um campeão olímpico, isto é para sempre. Eu sou um técnico campeão olímpico para sempre. Saber disto me satisfaz muito.

LNET!: Como você analisa as performances de Cesar dentro d’água durante a Olimpíada e a sua, fora dela?
BH: Cesar fez tudo o que lhe era possível e necessário para conseguir as conquistas. Houve períodos em que o Cesar não estava seguro de que o planejamento funcionava ou em que ele pedia descanso. Eu tinha confiança no trabalho, como técnico. A Olimpíada era o topo da prioridade, o objetivo principal. No fundo, eu sabia que tudo estava correndo bem e que, com pequenos ajustes, poderíamos resolver algumas falhas e preocupação que ele pudesse ter. Nós sempre conversamos, abertamente, e decidimos juntos qual era a melhor maneira de conseguir os resultados esperados na Olimpíada. Estou feliz que tudo saiu como queríamos.

LNET!: A performance dele nos 50m ficou a apenas dos centésimos do recorde mundial...
BH: Sim. Mas, na verdade, o recorde mundial não era nosso objetivo. Nosso foco era ganhar a medalha de ouro. Eu sabia e havia lhe dito que se ele conseguisse a melhor performance da carreira nos 50m, com certeza seria um sério concorrente ao ouro na prova. Nunca tive na cabeça que a meta era uma simples medalha, como o bronze. Com o volume de treinos que tínhamos, sempre acreditei que ele estava pronto para vencer. Eu apenas não pude demonstrar isto com mais efusão, porque no fim das contas a Olimpíada envolve muita pressão. Mas Cesar é um verdadeiro campeão, não há dúvida sobre isso.

LNET!: Você teve a primeira chance de ir à Olimpíada como técnico. Deve ter notado muitas diferenças em relação à época em que você nadava. E como foi integrar a equipe técnica brasileira?
BH: Inicialmente, o motivo da minha ida foi voltada para Cesar, para que ele tivesse a melhor performance possível. Mas eu fui completamente “adotado” pela comissão e pelos nadadores brasileiros. A noção era de que havia uma verdadeira família, uma verdadeira equipe. Os brasileiros são muito próximos, todos os nadadores se dão bem, se conhecem. Houve uma ótima viagem de treinamento em Macau. Todos estavam muito amistosos e permitiram que eu desse continuidade ao trabalho com Cesar. Mas também ocorreu uma interação muito boa. Membros da comissão sempre estavam à disposição para ajudar a mim e ao Cesar. A equipe trabalhava por um mesmo objetivo. Eu também me coloquei à disposição. Estava ali para ajudar Cesar e o Brasil, e não para almejar qualquer glória pessoal.

LNET!: O Brasil teve uma de suas melhores performances na natação, mas basicamente por causa de Cesar. Vindo de uma potência da natação, a Austrália, qual sua avaliação sobre o Brasil?BH: A Austrália destina milhões e milhões de dólares na natação para conseguir os resultados que vem conseguindo. Em qualquer viagem da seleção há massagista, terapeuta, psicólogos, nutricionistas. Enfim, há uma lista considerável de pessoas trabalhando para fazer com que os atletas tenham o máximo de sucesso na água. Na Olimpíada, eu pude ver um pequeno início desta mesma forma de trabalho, desta estrutura. Mas é preciso haver continuidade. Não é possível desejar ter multi-medalhistas olímpicos sem um sério trabalho e disposição de verbas neste esforço. A Austrália direciona muito dinheiro nesta direção. Além disso, acho que o Brasil deve ter ambição de ser grande. Com certeza há muitos atletas de talento, pude ver isso. Mas só há desenvolvimento com aplicação de recursos e meta de ser o número um.

LNET!: Recentemente, Cesar disse que voltará a treinar nos EUA em 2009. Passará os próximos três meses no Brasil e retornará a Auburn. Vocês conversaram a respeito deste retorno dele aos EUA?
BH: Eu sempre deixei Cesar determinar seu próprio futuro. Eu estou na vida dele como um guia, um técnico e um amigo. Mas eu não sou o pai dele ou um ditador. Não vou dizer a ele o que fazer ou aonde ir. A palavra final é dele, porém ele tem ciência de que as portas estão abertas para o caso de ele querer voltar a treinar nos EUA. Eu sinto muito a falta dele, por conta do nosso excelente relacionamento. Mas sei que ele precisa de tempo com a família, é algo muito importante para ele. E eu compreendo que ele ganhou uma medalha de ouro, quer aproveitar o momento e aí definir seu foco para a próxima Olimpíada. Eu ficaria preocupado se ele estivesse apenas curtindo, indo a festas, e perdido o foco na natação. Mas não é isso que tem ocorrido. Eu disse a ele que se houver uma disponibilidade, eu estaria disposto a ir ao Brasil, me mudar, com minha família, e treiná-lo. Pensaria seriamente em fazer isto.

LNET!: Você se mudaria para o Brasil por Cesar. É isto que está dizendo?
BH: É uma possibilidade. Cesar tem muito orgulho de suas origens, tem muitos amigos e ama o Brasil. Já me disse isso repetidas vezes. Estou pronto para fazer qualquer coisa de maneira a garantir o sucesso de Cesar no futuro. Ele é um talento tão grande, e tem uma família tão adorável, que eu conheço e amo, que eu mudaria. Cesar é um dos atletas mais adoráveis que eu já treinei. Se eu puder continuar a treiná-lo no futuro, adorarei fazê-lo. E se isto significar mudar-me com minha família para o Brasil, definitivamente vou atrás disto. Além disso, se o Brasil realmente quer dar passos em direção a se tornar um país de ponta na natação, e planejar trazer técnicos para tanto, gostaria de ser um deles. Com certeza, acarretaria uma grande evolução para o país.

LNET!: E você acredita que pode fazer um bom trabalho aqui? Nas últimas semanas, Cesar tem sofrido bastante com o assédio da mídia, público e patrocinadores, e tem reclamado disto. É possível fazer um trabalho mesmo sabendo que no Brasil o assédio é enorme?
BH: Eu estive próximo de atletas que enfrentaram o mesmo problema que Cesar está tendo. Eu venho de um país, a Austrália, em que os nadadores recebem milhares de dólares em salários e patrocínios, estampam primeiras-páginas de jornais, estão na televisão todos os dias. Atletas como Ian Thorpe, Grant Hackett, Michael Klim. Eles são alguns de meus melhores amigos, pessoas com quem cresci, com quem viajei, e eles me dão base. Até eu mesmo vivi esta experiência, em menor escala. Sei da experiência por que Cesar passará agora e, como orientador, vou ajudá-lo. Ele pode, certamente, conseguir excelentes resultados mesmo que viva no Brasil. Mas haveria de controlar quanto trabalho com os patrocinadores ele fará, quanto tempo ele concederá à mídia. É preciso um equilíbrio entre tudo isto.

LNET!: No fim das contas, você e Cesar decidiram o que farão? Ele ira à América, você virá ao Brasil, o quê?
BH: Neste momento, honestamente, estou deixando ele curtir a família. Quero que ele desfrute a experiência de ser um campeão olímpico. Não estou colocando nenhuma pressão sobre ele. Eu me preocupo como ele como um amigo, quero que ele desfrute seu tempo de maneira consciente. Eu apenas pedi que ele considere a possibilidade de eu ir morar no Brasil. Ele está pensando nisto no momento, mas, se não acontecer, ele poderá voltar para Auburn.

LNET!: A Universidade de Auburn está ciente desta possibilidade de você morar no Brasil?
BH: Sim. Obviamente, eles não estão contentes em termos de perder um grande técnico. Auburn aumentou meu salário e fez algumas outras coisas para que eu me sinta mais confortável aqui. Mas não estou fazendo nada por dinheiro, e sim porque amo a natação. Agora estou com esta intenção (de vir para o Brasil) porque acredito que tenho conhecimento para passar a um futuro campeão olímpico (Cesar). Neste momento, Cesar é o rei do mundo. E eu quero estar com ele e ajudá-lo o máximo que eu puder. Se ele decidir que deve treinar com outro técnico, ok. Mas temos uma relação tão boa, um entendimento tão bom, que acho que vou poder ajudá-lo no futuro.

LNET!: De agora em diante, o que vocês projetam. Londres é o objetivo, mas o que vocês querem antes?
BH: Eu sabia que Cesar podia apresentar muito mais do que ele havia apresentado até a Olimpíada. E tinha consciência de que ele melhoraria seus tempos, nadadaria seu melhor em Pequim. Eu só não tinha certeza de quão rápido ele poderia nadar, por ele ser tão jovem e estar apenas em sua primeira Olimpíada. Agora ele já teve a experiência olímpica. Eu tenho 100% de certeza de que Cesar será o recordista mundial dos 50m livre e dos 100m livre. Eu tinha esta crença antes, mas não sabia quando aconteceria. Com a conquista do bronze e do ouro, agora, tenho total confiança que ele quebrará o recorde neste ano de 2009. Claro que isto requer muito trabalho duro e dedicação, mas não tenho a menor dúvida de que ele será o recordista mundial dos dois eventos nos próximos 12 meses. É o que futuro guarda para ele e é o que ele quer.

LNET!: O fato de Michael Phelps anunciar publicamente que passará a nadar os 100m livre preocupa, de alguma forma?
BH: Não. Em provas como os 50m livre e 100m livre sempre haverá muita competição. E é disso que se trata. Com a evolução geral, sempre se buscará o limite pessoal. Cesar é o melhor atleta do mundo, e eu tento fazer com que ele se convença disto. Um grande passo foi dado com a conquista do bronze nos 100m: ali ele passou a acreditar mais em mim e nele mesmo, que ele é o melhor. Agora, neste momento, ele é o melhor. Para se manter o melhor, porém, ele ainda tem de trabalhar muito duro, ter comprometimento, tem de competir. A grande diferença é que ele faz isso, e sabe que é o melhor. Antes da Olimpíada, ele não tinha tanta certeza.

LNET!: Você acha que o momento ideal para a quebra dos recordes é o Mundial de Roma, em julho?
BH: Eu espero que seja. O atleta sempre deseja conquistar seus feitos no grande palco. O Campeonato Mundial é o grande palco da natação em 2009. Eu quero que ele se foque em conseguir isto. Mas vamos tomar a decisão juntos.

LNET!: Os 100m eram mais difíceis para ele, porque até a Olimpíada Cesar não quebrara a barreira dos 48 segundos. O que ele pode fazer nesta prova agora?
BH: Sim, era uma barreira mental abaixar de 48 segundos. Principalmente porque os outros o estavam fazendo e ele ficara para trás. Eamon Sullivan, Pieter van den Hoogenband, Alain Bernard, Stefan Nystrand. Perdemos algumas chances de quebrar esta barreira antes, mas eu queria que ele conseguisse isto durante a Olimpíada. Para mim, o que vale é dar o melhor quando mais precisa. Foquei o treinamento para que ele conseguisse se impor durante os Jogos, não antes. Estou realizado por termos feito o melhor quando precisávamos, na Olimpíada.

LNET!: Cesar disse recentemente que foi convidado para treinar em clubes da Austrália e da Itália. Mas que não aceitaria porque quer continuar a treinar com você. Como se sente a respeito de tamanha fidelidade?
BH: Eu fico muito feliz. Ele é uma pessoa muito leal. Provavelmente, há outros técnicos com quem ele poderia escolher trabalhar. Mas acho que, quando se conquista um grande resultado e se resolve mudar de técnico, leva uns dois anos para que haja uma cumplicidade. Acho que penamos um pouco, mas hoje eu o entendo e ele me entende. Sei do que ele precisa e do que ele não precisa, e o que é necessário para que ele se mantenha campeão olímpico. O papel do técnico é geralmente relegado, mas Cesar me respeita como poucos. Nossa parceria está fortalecida.

LNET!: Sua vida mudou com as medalhas de Pequim?
BH: Mudou completamente. Eu tive oferta de um dos head coaches da equipe da Grã-Bretanha em um dos centros de treinamento que eles estão construindo. A oferta foi o triplo do que estou recebendo aqui em Auburn e tive a garantia de que estarei na equipe olímpica que competirá em Londres-2012. Recebi também propostas de outros centros nos Estados Unidos e de clubes da Austrália. Minha vida mudou, tenho muito mais respeito dos outros agora. Estou em posição na qual posso fazer o que bem entender, em termos de cargo. É um bom sentimento, saber que as pessoas lhe respeitam e desejam você. Mas, como eu disse, tenho uma grande relação com Cesar e é o que mais importa para mim.

LNET!: Você ficou orgulhoso de receber convite para treinar a Grã-Bretanha, por ser sede da próxima Olimpíada?
BH: Sim, principalmente por eu ser técnico há apenas dois anos e ter sido convidado para um dos cargos mais visados do mundo da natação. Tudo aconteceu muito rápido. Mas, de outro lado, é algo que sempre busquei, este reconhecimento. Sempre tracei objetivos bem altos, e tento transmitir esta minha filosofia a meus atletas. Talvez seja por isso que estou obtendo reconhecimento jovem, e talvez seja por isso que Cesar tem ganhado conhecimento bem jovem.

LNET!: Mas você ainda estuda aceitar o convite da Grã-Bretanha?
BH: Não. Eu me dedicarei a trabalhar com Cesar.

LNET!: E na Austrália? As pessoas vêem você de maneira diferente, agora que ganhou um ouro olímpico?
BH: Eu fui o único técnico australiano a ganhar uma medalha de ouro em Pequim. Agora, acho que farão de tudo para me levar de volta para a Austrália, sobretudo porque eu e Cesar vencemos o favorito para a medalha de ouro, Eamon Sullivan. Acho que isso deixou um gosto bem amargo na boca dos australianos, e imagino que eles não queiram que isto ocorra novamente. Mas eles terão de esperar. Eu quero uma relação com Cesar que dure ao menos três Olimpíadas.

F.: Lance!

ahhh seu Brett, é por isso que eu sou fã do senhor também, ;P
Dééééaaaaaaa seja bem vinda de volta e obrigadaaa como sempre...
ahhh tu viu que o nome do Bombom num ta mais na lista de convocação da copa do mundo?
magoei :(
UIASHAUIHSUIAHUISHAUIHSUIHAUISA
Bjooo pessoal! ;*

12 comentários:

Déa disse...

êêê Tô de VOLTAAAAAAAAAAAAA!!!

ahhh esse BOMBOm, não acredito!

magoei [2]

:/

hah
Beijos.

Amanda Paula :) disse...

ah, seu Brett faz muito pelo Césão *---* :D
beeeeeeeeijo :* :P

Karinny disse...

Eu me emocionei com o Seu Brett," Eu estou na vida dele como um guia, um técnico e um amigo." "Eu sinto muito a falta dele, por conta do nosso excelente relacionamento."imaginem o cara dizer viria ao Brasil só pra treinar o Cesão "Estou pronto para fazer qualquer coisa de maneira a garantir o sucesso de Cesar no futuro.", dispensar ser o Read Coach ganhando o triplo do q ganha em Auburn na Inglaterra até 2012?? Q linda a amizade e confiaça dos dois. Seu Brett vc é porreta d++++ *.* SEU BRETT para PRESIDENTE :D

arivana disse...

sou fã o brett

nossa cara me emocionei tbm

esse cara é fodah como como p cesão


xau bjos meninas


amei a entrevista....

Cintia disse...

Linda a entrevista do Brett!
É tão bom ver essas relação de cumplicidade e lealdade!
O Brett fez um excelente trabalho com o César!

Beijo.

karen disse...

O Brett... sempre muito fofo! Cesão tá MESMO com a bola toda, que coisam mais chaaaata!
;)

karen disse...

ih, esqueci de dizer... tá tendo show do Belo aqui pertinho da minha casa hoje, euheuhe... lembrei de tu!Vai dar até pra ouvir daqui de casa. ;)

mendes disse...

Isso que é amizade.Me emocionei também com as palavras do Seu Brett.Posso dizer que nunca vi uma ligação assim tão forte entre duas pessoas,eles parecem pai e filho,fazem tudo para ver o bem do outro.Em relação a saudade que ele comentou,não duvido nada que o Cesão também deva sentir do Seu Brett.Que essa irmandade continue,porque pelo que parece é benéfica para ambos.Seu Brett foi a 'família' do Cesão durante 2 anos,e o Cesão foi o filhão do Seu Brett!:)

jéssica disse...

nossa que entrevista! seu Brett
mt fofo q amizade...

Juuh disse...

Mtoooo legal a entrevistaa! :D

jane disse...

oi, nossa adorei a entrevista do brett foi maravilhos e linda de emocinoar e chorar. ja pensou o bret no brasil ele vai adorao o brasil com lindas mulheres , praiais.o cesar entao nem se fala vai ficar perto da sua familia ah eu adoraria pq agente ia ter noticias todo dia do cesar na midia. esse bret é muito gato tambem,as mulheres brasileiras iriam azarar ele mesmo sendo casado. beijossssssss

Lucinha disse...

Deu pra perceber que a amizade entre o César e o seu técnico é maior que qualquer outra coisa...

Fiquei mais fã do Brett ainda - já achava ele gente boa antes, agora então...